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Instrução Geral dos Bombeiros de Penela - tema: Onde queremos estar em 2030?

Segunda, 04 de Março de 2019

Inserida no Plano de Formação do Corpo de bombeiros, no final do mês passado decorreu a primeira Instrução Geral, do presente ano, no nosso Corpo de Bombeiros.

A Instrução decorreu fora dos moldes ditos "convencionais" e teve como intenção criar um conjunto de Grupos de Trabalho com o objetivo de reunirem/apresentarem ideias sobre qual a visão, caminhos e objetivos, partindo da ‘voz’ de cada elemento presente, para os Bombeiros de Penela - que futuro? - Onde queremos estar em 2030?

Este foi o mote ‘ponto de partida’ da Instrução - estava o desafio lançado!

Cada grupo de trabalho foi constituído por elementos de cada uma das várias categorias da carreira de Bombeiro, ou seja, possuía um elemento pertencente às Chefias, um bombeiro de 1a, um bombeiro de 2ª, um bombeiro de 3ª, e um especialista; de forma a permitir uma variedade de sinalização de necessidades, sugestões e propostas, que diferentes experiências, responsabilidades e olhares, sobre o nosso Corpo de Bombeiros e a sociedade, engrossam e enriquecem.

Nesta primeira fase, cada grupo esteve responsável por enunciar necessidades, expetativas e aspirações que identificam no Corpo de Bombeiros, face aos novos desafios que são inerentes à identidade e respetiva intervenção dos Bombeiros na comunidade. Deste trabalho em pequenos grupos resultaram uma série de contributos, que foram partilhados e registados junto dos restantes bombeiros.

A segunda fase vai consistir em desenvolver e definir propostas para dar respostas às necessidades, expetativas e aspirações registadas, procurando projetar soluções para ir ao encontro do que se pretende no âmbito do novo paradigma do Corpo de Bombeiros.

Numa fase seguinte projeta-se a planificação, e respetivas estratégias, das soluções propostas e avaliadas como exequíveis e veiculadoras do palmilhar o caminho que se vai delineando, como visão, para o Corpo de Bombeiros de Penela.

Este modelo de instrução, fugindo ao molde que era prática tradicional, permitiu reunir um conjunto de contributos importantes vindos diretamente dos diferentes ‘olhares’ dos bombeiros que vivem esta "casa”; concebendo-se como diferente porque possibilitou uma dinâmica comunicacional onde cada um partilhou os seus pareceres, criando uma interatividade nos e entre os diversos grupos de bombeiros presentes. Assim todos puderam participar e intervir, deixando a sua opinião sobre a trajetória que se pretende continuar a seguir no presente, com o olhar no futuro; futuro este que, sendo inevitável, se sabe primar pelas relações interpessoais e competências comunicacionais, coadjuvadas com o rigor técnico-científico da vertente operacional, que se exige aos bombeiros de Portugal .